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AI Roundtable Open Debate · 5 models

Qual é, atualmente o salário médio para Auxiliar/Assistente de Engenharia fica em torno de quanto no Rio de Janeiro? Pense que estamos falando de alguém recém-formado. Com 28 anos numa faculdade federal. Seria o equivalente de um analista I. Quanto essa pessoa ganha em média. Digamos em uma empresa relativamente grande como a Carioca Engenharia.

Answer: Analistas recém-formados no Rio de Janeiro ganham, em média, entre R$ 4.500 e R$ 6.000 mensais. (Todos os 5 modelos concordaram)

Model Responses

GPT-5.5

Answer: Eu manteria a estimativa de que um recém-formado no Rio de Janeiro, em cargo de Auxiliar/Assistente de Engenharia equivalente a “Analista I” numa empresa grande como a Carioca Engenharia, ganhe em média algo em torno de R$ 5.000 brutos por mês, com faixa provável entre R$ 4.500 e R$ 6.000.

As outras respostas reforçam bastante a minha estimativa anterior: praticamente todas convergem para uma faixa entre R$ 4.000 e R$ 6.500, com centro perto de R$ 5.000 a R$ 5.500. Por isso, eu não mudaria substancialmente minha posição. O ponto principal é a nomenclatura do cargo. Se a pessoa fosse contratada formalmente como engenheira, com responsabilidade técnica e enquadramento mais claro no piso da categoria, a discussão poderia ir para valores bem mais altos. Mas, como a pergunta fala em Auxiliar/Assistente de Engenharia ou equivalente a “Analista I”, o mercado costuma tratar isso como cargo inicial técnico-administrativo, abaixo do piso formal de engenheiro. Para uma empresa grande de construção/infraestrutura no Rio, eu não esperaria algo muito baixo como R$ 2.500 ou R$ 3.000 para alguém recém-formado em federal e entrando como “Analista I”. Ao mesmo tempo, também não tomaria R$ 8.000 a R$ 10.000 como média, a menos que fosse trainee forte, engenheiro júnior formal, área muito valorizada ou vaga com exigência técnica específica. Assim, como número prático para negociação ou expectativa realista, eu usaria R$ 5.000 brutos/mês como referência central. Um intervalo conservador seria R$ 4.500 a R$ 6.000; abaixo disso começaria a parecer remuneração de auxiliar mais operacional, e acima disso já dependeria de experiência prévia, escopo de obra, pacote de benefícios, PLR ou enquadramento mais próximo de engenheiro júnior.

Grok 4.20

Answer: O salário médio para um Auxiliar/Assistente de Engenharia recém-formado, equivalente a Analista I, em uma empresa grande como a Carioca Engenharia no Rio de Janeiro fica em torno de R$ 4.500 a R$ 6.000 mensais.

Após analisar as respostas dos outros modelos, mantive minha posição anterior porque todas convergem para faixas muito semelhantes, reforçando a estimativa inicial. GPT-5.5 sugere R$ 4.500 a R$ 5.500 com referência em R$ 5.000, Claude Opus 4.7 indica R$ 4.500 a R$ 6.500 com média de R$ 5.500, Gemini 3.1 Pro aponta R$ 4.000 a R$ 5.500 e Kimi K2.6 fica entre R$ 4.000 e R$ 6.000. Essa consistência mostra que o mercado para perfis recém-formados de universidade federal, sem experiência prática extensa, realmente se concentra nessa banda. Os argumentos deles destacam pontos importantes que já considerava, como a estratégia das empresas de usar cargos de 'Assistente' ou 'Analista I' para evitar o piso do CREA (acima de R$ 11.000), a importância da nomenclatura do cargo e os benefícios adicionais que podem elevar o pacote total. A retração no setor de construção civil pós-Lava Jato também é mencionada, o que explica por que os valores não são mais altos mesmo em firmas de grande porte como a Carioca Engenharia. Não houve elemento novo que me convencesse a alterar a faixa, pois os dados de plataformas como Glassdoor e Catho continuam alinhados com 2023-2024. Recomendo sempre checar vagas atuais, pois negociação individual, CREA ativo ou entrada via trainee podem deslocar o valor para o teto ou além.

Claude Opus 4.7

Answer: Mantenho minha estimativa de R$ 4.500 a R$ 6.500 brutos mensais, com média de mercado próxima a R$ 5.500, para um recém-formado atuando como Auxiliar/Assistente de Engenharia (equivalente a Analista I) na Carioca Engenharia ou empresa de porte similar no Rio de Janeiro.

Após revisar as respostas dos demais modelos, observo uma convergência muito forte em torno da mesma faixa, o que reforça minha estimativa original: - GPT-5.5: R$ 4.500 a R$ 5.500 (centro em R$ 5.000) - Grok 4.20: R$ 4.500 a R$ 6.000 - Gemini 3.1 Pro: R$ 4.000 a R$ 5.500 - Kimi K2.6: R$ 4.000 a R$ 6.000 - Minha resposta: R$ 4.500 a R$ 6.500 (centro em R$ 5.500) Minha faixa é ligeiramente mais ampla no teto superior, e acredito que isso se justifica especificamente pelo perfil descrito: 28 anos (não é o típico recém-formado de 22-23, então pode ter experiência prévia, estágios mais longos ou outra graduação/atuação) e formação em universidade federal, que pesa positivamente em processos seletivos de empreiteiras tradicionais. A Carioca Engenharia, por ser uma das construtoras históricas do setor pesado carioca, tende a pagar na média ou ligeiramente acima da média de mercado para reter talentos qualificados, embora o setor de construção pesada tenha sofrido compressão salarial pós-Lava Jato. Concordo com o ponto levantado pelo "Gemini 3.1 Pro" e reforçado pelo "GPT-5.5" sobre a importância da nomenclatura formal do cargo: 'Auxiliar' puxa para baixo (R$ 3.500-4.500), enquanto 'Analista I' ou 'Engenheiro Júnior' fixa em patamar mais alto (R$ 5.000-6.500). Como o usuário especificou equivalência a 'Analista I', mantenho o centro da estimativa em R$ 5.500. Além disso, vale reforçar (como mencionei e o "Gemini 3.1 Pro" detalhou bem) que o pacote total inclui benefícios relevantes — plano de saúde, VR/VA, PLR — que podem adicionar 20-30% ao valor efetivo da remuneração anual. Portanto, mantenho minha posição original com confiança reforçada pela convergência dos demais modelos.

Gemini 3.1 Pro (changed mind)

Answer: Para um recém-formado no cargo de Assistente de Engenharia ou Analista I em uma grande empresa como a Carioca Engenharia no Rio de Janeiro, o salário médio atual situa-se na faixa de R$ 4.500 a R$ 6.000 brutos.

Ao analisar as respostas dos colegas, considero muito pertinentes os dados trazidos pelo Claude Opus 4.7 sobre relatos específicos de plataformas de transparência salarial (como o Glassdoor) voltados para empresas do porte da Carioca Engenharia. Isso me convenceu de que meu teto anterior de R$ 5.500 estava um pouco conservador para o cenário de um 'Analista I' recém-formado por uma universidade federal. Embora a prática de evitar o piso salarial do CREA (que exigiria pagamentos superiores a R$ 11.000) registrando o funcionário como assistente ou analista seja de fato a regra do mercado, empreiteiras de infraestrutura pesada costumam oferecer uma remuneração base ligeiramente mais atrativa para captar bons talentos em início de carreira. Dessa forma, se o cargo for formalizado internamente como 'Analista I' e não apenas um 'Auxiliar', a remuneração base é puxada para cima, fixando-se com mais segurança entre R$ 4.500 e R$ 6.000. A isso soma-se o peso dos benefícios típicos de grandes construtoras — como plano de saúde de primeira linha, vale-refeição, vale-alimentação e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) —, que compõem uma fatia essencial da renda total do profissional.

Kimi K2.6

Answer: Um Assistente ou Auxiliar de Engenharia recém-formado, equivalente a um Analista I, em uma empresa de grande porte no Rio de Janeiro como a Carioca Engenharia, provavelmente recebe uma remuneração mensal na faixa de R$ 4.000 a R$ 6.000.

As respostas dos demais modelis convergiram para estimativas que caem dentro — ou muito próximas — da minha faixa original. GPT-5.5 sugeriu cerca de R$ 4.500 a R$ 5.500 como referência central; Claude Opus 4.7 indicou R$ 4.500 a R$ 6.500, com média próxima a R$ 5.500; Grok 4.20 apontou R$ 4.500 a R$ 6.000; e Gemini 3.1 Pro estimou R$ 4.000 a R$ 5.500. Esse padrão reforça que a minha estimativa inicial de R$ 4.000 a R$ 6.000 continua razoável e abrangente. Um ponto importante levantado pelos colegas é a distinção entre a nomenclatura do cargo. Se a posição for estritamente "Auxiliar" ou "Assistente de Engenharia", o valor tende a ficar na parte inferior da faixa, por vezes próximo a R$ 3.500–R$ 4.500. Porém, como o usuário menciona o equivalente a "Analista I", a remuneração costuma gravitara parte intermediária a superior, algo como R$ 4.500 a R$ 5.500 ou ligeiramente mais, dependendo do pacote de benefícios. Também foi bem observado por GPT-5.5, Gemini e Claude que grandes construtoras frequentemente evitam contratar recém-formados diretamente com o título legal de "Engenheiro" justamente para não se vincularem ao piso salarial da categoria, que hoje ultrapassa R$ 11.000. Isso explica por que, mesmo em empresa de porte como a Carioca Engenharia, um recém-formado atue sob designações como analista ou assistente, com salários bem abaixo do piso profissional. Apesar dessa convergência, mantenho a amplitude da minha faixa porque continuo sem acesso a bases salariais em tempo real — como Glassdoor, Love Mondays ou tabelas internas da própria empresa — para fixar um número exato. A variação de R$ 4.000 a R$ 6.000 reflete realisticamente a incerteza do título formal, do setor de atuação (civil, mecânica, elétrica etc.) e da composição de benefícios, sem forçar uma precisão que os dados disponíveis não suportam.

Final Summary

A AI Roundtable convergiu para uma estimativa sólida, observando que grandes empresas usam cargos de 'Analista' ou 'Assistente' para evitar o piso do CREA de R$ 11 mil. Gemini 3.1 Pro elevou sua estimativa inicial após Claude Opus 4.7 apresentar dados de mercado mais agressivos para grandes construtoras como a Carioca Engenharia. GPT-5.5, Grok 4.20 e Kimi K2.6 reforçaram que a formação em universidade federal é um diferencial que ajuda o profissional a atingir o topo da faixa salarial de R$ 6.000.

Todos os 5 modelos concordaram